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Notícias CDL POA

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COLUNA DO ECONOMISTA

OSCAR FRANK

Confira análises do Economista-Chefe da CDL POA.

ESPAÇO DOS ESPECIALISTAS

Dicas de profissionais
para o varejo

AGOSTO
GABRIELA GIOVANNINI
Sócia-diretora da Perky Shoes

A confiança dos comerciantes

A CDL Porto Alegre orienta que o comércio da Capital abra normalmente suas portas durante a Copa para atender os milhares de turistas esperados. Segundo Sergio Galbinski, vice-presidente da entidade, o fato de o Executivo municipal não ter decretado feriado é algo positivo. “Isso é bom, pois os lojistas e vendedores poderão atingir suas metas de vendas.”

MP adia transparência fiscal

Medida provisória (MP) publicada ontem adiou para 1 de janeiro de 2015 a punição – que entraria em vigor na terça – às empresas que não discriminarem ICMS, PIS/Pasep, ISS, IOF, IPI, Cofins e Cide na nota fiscal ao consumidor. Até 31 de dezembro o trabalho será só de orientação ao varejo. A MP também regulamentou a lei (12.741/2012), que obriga estabelecimentos comerciais a informarem na nota, ou cupom fiscal, ou em local visível, os impostos embutidos no preço de produtos e serviços vendidos. Haverá ainda distinção sobre o quanto fica com a União, Estado e município. A exigência é vista como um ‘complicador’. Em princípio, para o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, o adiamento permitirá a 100% do setor se ajustar à lei. Mas é preciso examinar a regulamentação. Hoje 60% das 4 mil lojas no RS já discriminam o imposto na nota. ‘Se for para informar o imposto sobre o total não há problema, mas se for para discriminar produto por produto não há como cumprir’, adianta Longo. A Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo (AGV) fará encontros e seminários no Interior para tratar da aplicação da lei. Conforme o presidente da entidade, Vilson Noer, já ficou mais claro. Por exemplo, a uma farmácia, pequena ou microempresa, optante do Simples: ela poderá publicar só a média, percentual, do imposto cobrado no mix de produtos vendidos, em cartazes dentro do estabelecimento. Noer acha que o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que se dedica ao assunto, será a grande fonte da implementação da lei. ‘Eles têm os cálculos e os softwares’, diz. Agas, AGV e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre apoiam a lei da transparência fiscal. ‘Sempre defendemos isso e vemos ela como algo salutar à cidadania’, afirma o presidente da CDL, Gustavo Schifino. Na avaliação do dirigente, o custo em Tecnologia da Informação para a adequação do comércio à lei não deverá ser alto: a informação sobre a carga tributária em produtos já está disponível. Um motivo da prorrogação do prazo da punição, conforme nota da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, foi a exigência da discriminação do percentual, ou do valor absoluto que fica com a União, Estado e município.

Instituto CDL realiza curso sobre atendimento diferenciado

Atender cada consumidor de forma única, tendo em vista suas diferentes necessidades e perfis, é fundamental para destacar-se e tornar a compra uma experiência agradável e com bons resultados. Habilitar vendedores a fazê-lo de modo criativo e eficiente, reconhecendo a importância de ter foco no cliente é o objetivo do Instituto CDL, que promove o curso “Atendimento personalizado”. À frente das aulas, que ocorrerão nos dias 10 e 11 de junho, estará o administrador Felipe Di Marco, especialista em marketing e praticante de PNL. No currículo da capacitação estão tendências de comportamento do consumidor, métodos para diagnosticar o perfil do cliente e comunicação assertiva: saber ouvir para conhecer. Serão abordados, ainda, padrão de atendimento frente à flexibilidade de acordo com o estilo de cada consumidor, características e necessidades individuais e como fazer com que o cliente seja a principal fonte de marketing da organização. As aulas serão realizadas das 18h30min, às 22h30min, na sede da CDL Porto Alegre, na Rua Senhor dos Passos, nº 235. Informações adicionais e inscrições podem ser solicitadas através do email: institutocdl@institutocdl.org.br ou pelo telefone (51) 3017.8080. Curta a página no Facebook e fique sabendo das novidades do Instituto CDL.

PIB gaúcho inicia 2014 em ritmo lento

Agropecuária estimulou o crescimento de 3,18% sobre o 1º trim. de 2013. Entretanto, na comparação com o final do ano passado, o indicador total cresceu apenas 0,44%.
Conforme os dados divulgados pela FEE, o PIB do RS cresceu 0,44% no 1º trimestre de 2014. Com o resultado, a economia gaúcha produziu cerca de R$ 311,96 bilhões em bens e serviços finais.

CDL POA orienta lojistas para funcionamento na Copa

A CDL Porto Alegre orienta que o comércio da Capital abra suas portas normalmente durante a Copa para que a cidade atenda e receba os milhares de turistas que são esperados no período. “O Mundial é uma grande oportunidade para apresentarmos o melhor da nossa cidade, Estado e País. É uma excelente ocasião para a realização de bons negócios. Isso é fato e teve o entendimento do Poder Executivo de Porto Alegre que não decretou a paralisação da cidade nos dias de jogos”, afirma o vice-presidente da CDL POA, Sergio Galbinski. “Que bom que não será feriado, pois os lojistas e vendedores poderão atingir suas metas de vendas”, lembra Galbinski.

Só levo se for sustentável

A sustentabilidade é quesito considerado importante e muito importante por 67,3% das pessoas na decisão da compra para o Dia dos Namorados. Estão entre 44 e 55 anos de idade (69,2%) as pessoas que mais levam em conta as boas práticas sustentáveis seguidos pelos jovens de 25 a 35 anos (68,3%) das classes D/E (70,4%). E são as mulheres (69,4%) que mais acreditam que a sustentabilidade deve pesar na decisão de compra. É o que aponta a pesquisa encomendada pela CDL Porto Alegre e Sindilojas Porto Alegre entre os dias 14 e 17 de abril. 

O frio é um bom negócio

Com os termômetros em queda, comércio comemora o aquecimento das vendas nos setores de vestuário, calçados e artigos como cobertores e aquecedores. Os últimos dez dias de temperaturas mais baixas são motivo de comemoração para o comércio da Capital. Isso porque o frio inspira o consumidor a conferir o guarda-roupas e constatar que é preciso reforçar o estoque de peças pesadas para enfrentar o inverno que chegará em breve. – Tem muita gente que vem para a loja, compra e já sai usando – observa Rashad Baja, proprietário de uma loja na Rua Voluntários da Pátria. O impulso gerado pelo vento minuano tem deixado o comércio otimista. De acordo com levantamento da CDL Porto Alegre, é esperado um crescimento de 10% nas vendas no varejo para o próximo final de semana em relação ao mesmo período de 2013, quando as temperaturas foram mais elevadas. – O forte das vendas de frio acontece nos meses de maio, junho e julho – observa Rashad. Promoções,somente em julho O presidente da CDL Porto Alegre, Gustavo Schifino, destaca o período entre o Dia das Mães e o Dia dos Namorados como o forte da procura por produtos para o frio, como roupas, calçados e aquecedores. Em julho, geralmente, já aparecem as promoções. – E hora de comprar porque o cliente encontra lojas cheias de bons produtos e com preços competitivos afirma Gustavo. O soldador Adilson Santos Rodrigues,42 anos, e a esposa, a diarista Ana Cristina Gras de Quadros, 43 anos, de Sapucaia do Sul, procuravam na tarde de segunda por jaquetas e blusões para o frio. – Ainda estou fazendo a pesquisa de preços disse Adilson. Compras para toda a família Aproveitando o dia de folga, a cabeleireira Daiana Pereira, 32 anos, deixou o Bairro Rio Branco, em Canoas, para fazer compras de inverno com as filhas Stephanie, seis anos, Erika, 12 anos, e Kananda, 17 anos. Elas procuravam por casacos, moletons, blusas de lã e calças jeans. — Eu sempre olho antes o guarda-roupas para ver o que está faltando, principalmente para as crianças, porque a roupa deixa de servir de um ano para outro — conta. Acostumada a pagar à vista e a negociar descontos, Daiana também prefere escolher as peças logo que o frio aparece. — Como o tempo é curto, prefiro comprar logo, mas sempre dou uma pesquisada para ver as promoções — ensina. Os preços No comércio do Centro, é possível encontrar. Manta de lã: R$ 40 Camisa de flanela: R$ 40 Casaco masculino: R$ 79,90 Calça de malha: R$ 49,90 Canguru: R$ 99,90 Conjunto infantil de moletom: R$ 39,90

PIB brasileiro cresce apenas 1,4% no 1º trimestre

O resultado do PIB mostrou que a economia brasileira continua no mesmo ritmo de crescimento de 2013, em linha com as expectativas do mercado, que apontavam crescimento de 1,9% no 1º trimestre. Como resultado, analisa o economista da CDL Porto Alegre, Gabriel Torres, a economia brasileira segue seu ritmo de crescimento moderado sem aceleração, com ritmo igual ao do final de 2013. “Continuamos a crescer ao mesmo ritmo de 2,49% ao ano. Além disso, os Investimentos – que cresceram 4% no final de 2013 -, voltaram a cair, com resultado de -2,05%. Assim, a taxa de investimento na economia – que encerrou 2013 em 18,4% – está agora em 17,8%”, explica. Considerando que a confiança na Indústria continua em patamar pessimista, o que afeta as decisões de Investimento futuras, esse cenário deve se manter ao longo de 2014. “No caso do comércio o desempenho manteve-se acima da média brasileira, porém não muito diferente (2,21% contra 1,9%), ao contrário do passado recente. Conforme nossas notas sobre o desempenho do varejo, o segmento experimenta hoje uma desaceleração causada pela moderação no crescimento da renda e crédito, e expectativas dos consumidores menos otimistas”, afirma o economista. Nesse cenário, Torres mantém a projeção de crescimento de 2,02% para o PIB do Brasil em 2014. “De modo geral, os dados confirmam nossa expectativa de que 2014 será um“replay” de 2013. Isso ocorre porque as restrições que impediram um crescimento mais forte do País no ano passado continuam existindo esse ano”. De acordo com o especialista, os fatos que travam o progresso são a ambiente de negócios incerto pela forte intervenção estatal em muitos segmentos impedindo investimentos; o crescimento moderado de renda pela baixa oferta de novos trabalhadores e da produtividade do trabalho e as expectativas do consumidor menos otimistas, o que inibe a tomada de financiamentos de longo prazo para bens que não sejam os mais desejados.