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Previsões da CDL Porto Alegre passam a compor Relatório do Banco Central

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MARÇO, 2019

Notícias

Referência em análises econômicas para o segmento do varejo, a CDL Porto Alegre passa a contribuir com previsões de indicadores para o Banco Central, já a partir do mês de março deste ano. Os dados remetidos compõem o Relatório FOCUS, que contempla projeções das principais variáveis macroeconômicas do país, realizadas por analistas de diversas instituições, como bancos públicos e privados, consultorias e gestoras de investimentos. A participação da CDL POA foi autorizada pelo Banco Central após o cumprimento de uma série de exigências administrativas, tornando-se apta a contribuir com previsões para o Sistema de Expectativas de Mercado.

Para o início do trabalho, a CDL Porto Alegre optou pela inserção de estimativas para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e a Taxa SELIC (juros básicos da economia), podendo realizar expansão para análise de outras variáveis no futuro. Segundo o presidente da CDL POA, Alcides Debus, a participação no Relatório FOCUS consolida a Entidade como referência em inteligência e análise de dados para o segmento do varejo. “Estamos nos unindo às maiores instituições do país para fornecer, periodicamente, nossas previsões para alguns dos mais importantes indicadores econômicos nacionais, que servem para tomada de decisão do governo (incluindo os parâmetros adotados na elaboração dos orçamentos fiscais e a condução da política monetária), de investidores, de empresas e de famílias”, ressalta Debus.

De acordo com a análise da Assessoria Econômica da CDL Porto Alegre, o IPCA deve fechar 2019 em 3,74%, valor um pouco abaixo da meta de inflação, de 4,25%, e da mediana do mercado (3,89%). “A recuperação econômica mais lenta do que o imaginado no início do ano contribui para arrefecer as pressões de demanda. Em um quadro para o qual ainda existe capacidade ociosa significativa, acreditamos que eventuais choques negativos pelo lado da oferta e pelo canal das expectativas possam ser acomodados com alguma folga caso venham a acontecer ainda este ano”, afirma o economista-chefe da Entidade, Oscar Frank.